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Santa Isabel

4 de dezembro de 2018

Palestra é promovida em alusão ao Dia Mundial de Combate à AIDS

Colaboradores do Hospital Santa Isabel prestigiaram uma palestra alusiva ao Dia Mundial de Combate à AIDS, comemorado em 1º de dezembro. Com o tema “Ter AIDS não é bom. Ter e não saber é ainda pior”, a palestrante Doutora Luísa Andrea Salgado, Infectologista, trouxe um pouco da história da doença, desde os primeiros casos registrados em 1980 nos EUA, a identificação do vírus em 1983 e a evolução do tratamento.

Sendo associado aos homossexuais nos anos 80, hoje sabe-se que não são apenas homossexuais que podem contrair a doença, nem que são as únicas vítimas fatais do vírus. Porém, ainda hoje dados revelam que homens de até 35 anos, que mantém relações homossexuais, são os mais diagnosticados com o vírus HIV/AIDS. Santa Catarina é o 4º estado brasileiro em registros da doença. Em Blumenau, o número de diagnósticos tem diminuído.

Antes, o tratamento era feito por meio do coquetel, e o paciente precisava tomar dezenas de comprimidos diariamente. Hoje, o tratamento evoluiu e é feito com dois comprimidos. Não dói e não tem efeito colateral. Porém, sem tratamento, o paciente pode vir a óbito em cerca de nove meses. Apesar da praticidade em conseguir o remédio, que é oferecido gratuitamente pelo SUS, nenhum paciente pode ser obrigado à se tratar.

A palestra foi promovida pela Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA, em parceria com o Núcleo Hospitalar de Vigilância Epidemiológica – NUHVE. A Doutora Luísa alertou sobre a importância de fazer o tratamento quando o paciente é diagnosticado e também a necessidade do bom acolhimento, pois os portadores do HIV/AIDS são vítimas de preconceito. A palestrante Doutora Luísa Andrea Salgado disse aos presentes que, “quanto mais a gente mantém o paciente perto da gente, maior as chances de ele aceitar o tratamento”.

É importante afirmar que o HIV/AIDS é transmitido por meio da relação sexual sem uso do preservativo. O portador do vírus pode se relacionar com outras pessoas, trabalhar e viver em sociedade normalmente. Também é possível beijar no rosto ou boca, apertar as mãos e abraçar, usar a mesma roupa de cama ou banho, compartilhar talheres e copos e usar a mesma piscina sem transmitir o vírus para ninguém.



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