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Santa Isabel

6 de novembro de 2019

Cuidados com os ouvidos garantem verão sem infecções ou dores

Os cuidados com os ouvidos são importantes no verão, período em que o banho de mar e piscina é comum principalmente para as crianças. Muitas atitudes, no entanto, tomadas para redobrar o cuidado, causam prejuízos. O uso de tampões para evitar a entrada de água, por exemplo, a princípio não é necessário. Segundo o Dr. Tobias Torres, Otorrinolaringologista, Médico do Corpo Clínico do Hospital Santa Isabel, afirma que ouvidos saudáveis não necessitam de nenhum cuidado especial em períodos de maior contato com água: “a cera produzida no canal do ouvido tem função natural de proteção. Assim, não se deve introduzir hastes flexíveis para remover a cera, secar ou coçar os ouvidos”.

De acordo com o especialista, esse mau hábito favorece que ocorram processos inflamatórios ou infecciosos do canal auditivo - as chamadas otites externas. “Também não existe necessidade de colocar líquidos dentro do ouvido após mergulhos. A orientação para secá-los é utilizar a toalha de banho com a ponta do dedo”, completa.

Eventualmente, pode-se perceber o abafamento da audição e ter sensação de água no canal do ouvido após mergulhar. O indicado é deitar-se de lado para que o líquido saia naturalmente e usar uma toalha de banho com a ponta do dedo para auxiliar. O Dr. Tobias Torres alerta: “se essas medidas não forem efetivas, a pessoa deve buscar atendimento médico para avaliação e provável necessidade de remoção de excesso de cerume”.

Alguns pacientes têm a característica de produzir cera em maior quantidade e formar rolhas de cera que fecham os ouvidos de tempos em tempos. “Essas pessoas, para evitar transtornos durante o verão, devem buscar avaliação médica pré-temporada para realizar remoção preventiva do excesso de cera”.

É importante lembrar que essas orientações são indicadas para indivíduos com ouvidos saudáveis. Pessoas que possuem queixas otológicas, como dor, coceira, umidade, secreção, ou histórico de doenças como otites, perfurações timpânicas, ou cirurgias anteriores, devem seguir instrução médica especializada após avaliação.

Texto: Gabriel Silva/Comunicação HSI.

Imagem: Banco de imagens.



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