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Hospital Santa Isabel

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CIHDOTT - Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes

No ano de 1999 o Hospital Santa Isabel formalizou o trabalho de captação de órgãos, o que até então era feito por diversos profissionais sem uma coordenação específica, a partir desta data foi definido um profissional responsável por realizar as buscas nas unidades de terapia intensiva, aumentando assim o número de doadores.

No ano de 2000 o Ministério da Saúde criou a portaria 905, a qual determina que os hospitais devem ter uma comissão intra-hospitalar, nessa época a comissão foi formada por duas enfermeiras e uma assistente social que foram treinadas para atuar no processo de captação de órgãos e junto à família do potencial doador.

Em 2005 uma nova portaria, a 1752, determina como exigência para os hospitais com mais de 80 leitos a criação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes-CIHDOTT. A partir dessa data o hospital criou essa equipe que atua da seguinte forma: Equipe de busca ativa (composta por enfermeiros e psicólogos) que acompanham o processo de diagnóstico de morte cerebral e óbitos de pacientes de coração parado, e que realizam entrevista com a família do possível doador. Além da equipe de busca ativa, atualmente o Hospital Santa Isabel possui uma equipe interdisciplinar de transplantes composta por enfermeira, nutricionista, psicóloga, assistente social, farmacêutica e fisioterapeuta que atuam com pacientes que entram na fila para transplante e também realizam acompanhamentos pós transplante com pacientes e familiares de acordo com a necessidade de cada paciente. 

Em 2004 a CIHDOTT recebeu o prêmio de Melhor Hospital Regional de Santa Catarina pela revista Hospitais Best.

No ano de 2006 o Ministério da Saúde criou a portaria 1262, que define atribuições da CIHDOTT, entre elas atividades de educação continuada, campanhas de sensibilização em pontos estratégicos na comunidade, palestras sócio-educativas em empresas e instituições de ensino, e registro de dados estatísticos. Além disso, essa portaria define atribuições ao coordenador da CIHDOTT. Neste mesmo ano o Ministério da Saúde reconheceu a CIHDOTT do Hospital Santa Isabel com uma premiação pelo seu esforço para atingir a excelência nos trabalhos de conscientização, captação, implantes e recuperação dos pacientes.

Participou em 2013 do I Congresso do Sistema Brasileiro de Transplantes em Brasília no qual apresentou o trabalho intitulado: "Estratégia da CIHDOTT do Hospital Santa Isabel na otimização do processo de doação de órgãos". Segundo as autoras o objetivo do trabalho foi apresentar uma estratégia efetiva para o aumento do número de doação de órgãos ocorrido no Hospital Santa Isabel.
A estratégia foi baseada na dedicação exclusiva da Enfermagem da CIHDOTT, com trabalho em equipe, envolvendo um acolhimento precoce e a presença de um Médico disponível 24 horas por dia, realizando um acompanhamento clínico mais efetivo, diminuindo os escapes na notificação, as perdas por parada cardíaca e diminuindo a negativa familiar.

Informações importantes no processo de Doação de Órgãos

Não, a morte encefálica é muito diferente do coma. No coma, as células cerebrais continuam vivas, executando suas funções vitais; o que ocorre é uma falta de integração entre o individuo e tudo o que o rodeia. Na morte encefálica, as células nervosas estão sendo rapidamente destruídas, o que é irreversível.

Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra, realizada com todos os cuidados de reconstituição obrigatórios por lei.

Você precisa comunicar à família a sua decisão de ser doador, pois ela sempre é consultada no momento da doação.

É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais, como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoas com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para doação enquanto ainda há a circulação sanguínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente.

Doador Vivo: que pode doar medula, rim, parte do fígado e um pulmão.
Doador de Coração Parado: que pode doar os ossos, as vávulas, os tecidos e as córneas.
Doador em Morte Cerebral: que pode doar os ossos, as válvulas, os pulmões, os tecidos, as córneas, o fígado, o pâncreas, o coração e os rins.

Pacientes com insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência cardíaca, insuficiência pancreática, problemas na córnea, pacientes com leucemia.




Mais informações em:

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