Rua Floriano Peixoto, 300
Centro - Blumenau - SC
47. 3321-1000
Busca no site

Hospital Santa Isabel

Logo CIHDOTT

CHT - Comissão Hospitalar de Transplantes

No ano de 1999 o Hospital Santa Isabel formalizou o trabalho de captação de órgãos, o que até então era feito por diversos profissionais sem uma coordenação específica, a partir desta data foi definido um profissional responsável por realizar as buscas nas unidades de terapia intensiva, aumentando assim o número de doadores.

No ano de 2000 o Ministério da Saúde criou a portaria 905, a qual determina que os hospitais devem ter uma comissão intra-hospitalar, nessa época a comissão foi formada por duas enfermeiras e uma assistente social que foram treinadas para atuar no processo de captação de órgãos e junto à família do potencial doador.

Em 2005 uma nova portaria, a 1752, determina como exigência para os hospitais com mais de 80 leitos a criação da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes-CIHDOTT. A partir dessa data o hospital criou essa equipe que atua da seguinte forma: Equipe de busca ativa (composta por enfermeiros e psicólogos) que acompanham o processo de diagnóstico de morte cerebral e óbitos de pacientes de coração parado, e que realizam entrevista com a família do possível doador. Além da equipe de busca ativa, atualmente o Hospital Santa Isabel possui uma equipe interdisciplinar de transplantes composta por enfermeira, nutricionista, psicóloga, assistente social, farmacêutica e fisioterapeuta que atuam com pacientes que entram na fila para transplante e também realizam acompanhamentos pós transplante com pacientes e familiares de acordo com a necessidade de cada paciente. 

Em 2004 a CIHDOTT recebeu o prêmio de Melhor Hospital Regional de Santa Catarina pela revista Hospitais Best.

No ano de 2006 o Ministério da Saúde criou a portaria 1262, que define atribuições da CIHDOTT, entre elas atividades de educação continuada, campanhas de sensibilização em pontos estratégicos na comunidade, palestras sócio-educativas em empresas e instituições de ensino, e registro de dados estatísticos. Além disso, essa portaria define atribuições ao coordenador da CIHDOTT. Neste mesmo ano o Ministério da Saúde reconheceu a CIHDOTT do Hospital Santa Isabel com uma premiação pelo seu esforço para atingir a excelência nos trabalhos de conscientização, captação, implantes e recuperação dos pacientes.

Participou em 2013 do I Congresso do Sistema Brasileiro de Transplantes em Brasília no qual apresentou o trabalho intitulado: "Estratégia da CIHDOTT do Hospital Santa Isabel na otimização do processo de doação de órgãos". Segundo as autoras o objetivo do trabalho foi apresentar uma estratégia efetiva para o aumento do número de doação de órgãos ocorrido no Hospital Santa Isabel.
A estratégia foi baseada na dedicação exclusiva da Enfermagem da CIHDOTT, com trabalho em equipe, envolvendo um acolhimento precoce e a presença de um Médico disponível 24 horas por dia, realizando um acompanhamento clínico mais efetivo, diminuindo os escapes na notificação, as perdas por parada cardíaca e diminuindo a negativa familiar.

Em 2016 foi o hospital que realizou o maior número de transplantes de fígado, superando hospitais renomados do Brasil. 

Em 2017 foi eleito o melhor Hospital Transplantador de Santa Catarina.

A CIHDOTT do HSI se manteve entre os principais hospitais na realização de entrevistas familiares com autorizações de doação de órgãos, e consequentemente, referência para todo o país. Desta forma, se propõe a, prestar um excelente serviço de acolhimento, mantendo assim a missão de salvar vidas. 

Com a nova Legislação, em 2018 a nomenclatura CIHDOTT deixou de existir, dando lugar à CHT – Comissão Hospitalar de Transplantes.

Também em 2018 ficou entre os cinco hospitais que obtieram os melhores resultados na doação de órgãos em Santa Catarina.

Informações importantes no processo de Doação de Órgãos

Não, a morte encefálica é muito diferente do coma. No coma, as células cerebrais continuam vivas, executando suas funções vitais; o que ocorre é uma falta de integração entre o individuo e tudo o que o rodeia. Na morte encefálica, as células nervosas estão sendo rapidamente destruídas, o que é irreversível.

Não. A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra, realizada com todos os cuidados de reconstituição obrigatórios por lei.

Você precisa comunicar à família a sua decisão de ser doador, pois ela sempre é consultada no momento da doação.

É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais, como o controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoas com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo. É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para doação enquanto ainda há a circulação sanguínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente.

Doador Vivo: que pode doar medula, rim, parte do fígado e um pulmão.
Doador de Coração Parado: que pode doar os ossos, as vávulas, os tecidos e as córneas.
Doador em Morte Cerebral: que pode doar os ossos, as válvulas, os pulmões, os tecidos, as córneas, o fígado, o pâncreas, o coração e os rins.

Pacientes com insuficiência renal, insuficiência hepática, insuficiência cardíaca, insuficiência pancreática, problemas na córnea, pacientes com leucemia.




Mais informações em:

Regimento Interno