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Hospital Santa Isabel

TRANSPLANTES DE FÍGADO

Conheça nosso serviço e saiba como agendar uma consulta




O serviço de Transplante Hepático do Hospital Santa Isabel é referência nacional para tratamento de doenças hepáticas avançadas com indicação de transplante hepático. A equipe realizou o primeiro transplante em Santa Catarina no ano de 2002 e já tem mais de 1000 transplantes realizados até hoje. Nosso país possui 62 equipes em atividade e preparadas para realizar transplantes de fígado, porém poucas instituições no país conseguem alcançar números tão expressivos, e apenas mais quatro equipes tem mais de 1000 transplantes no seu histórico, duas no estado de São Paulo, uma no Rio Grande do Sul e uma no Ceará.

No ano de 2016 fomos a primeira instituição do país em número de transplantes de fígado, totalizando 126, elevando nosso hospital, pela primeira vez desde 2002, ao primeiro do ranking divulgado pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

Resultados da equipe

A equipe de transplante hepático do Hospital Santa Isabel possui 1068 transplantes realizados até dezembro de 2016 e orgulha-se de estar entre os primeiros do país em número de transplantes.

Segundo dados da ABTO de 2016 o transplante hepático no Brasil registrou aumento de 3.9% com relação ao ano de 2015 e em SC este aumento ultrapassou 40%. Foram 150 transplantes realizados no nosso estado em 2016, destes 126 na nossa instituição (84%); ou seja, a cada 6 transplantes de fígado realizados no nosso estado 5 são em nosso hospital.

O crescimento no número de transplantes de fígado nos últimos anos deve-se ao aumento do numero de doações de órgãos efetivas em nosso estado, contando com o trabalho exemplar da Central de Transplantes de Santa Catarina (SC Transplantes), que ultrapassou a meta prevista e chegou à marca histórica de 36.8 doadores/milhão de população, número recorde no país e semelhante às melhores taxas dos países Europeus.

O esforço coletivo e o empenho da instituição e de todos os profissionais envolvidos resultam na melhora da qualidade do serviço prestado e consequentemente melhores resultados em termos de sobrevida. No ano de 2016 a sobrevida operatória (até 30 dias após o transplante) atingiu 86.7% e a sobrevida atual do último ano é de 85%. O registro nacional de transplantes da ABTO informou sobrevida geral (de 46 equipes transplantadoras do país) de 75% no primeiro ano após transplante, mostrando que ficamos acima da média nacional divulgada.

Fonte: abto.org.br

Equipe Médica


Dra. Maira Silva Godoy


Dra. Camila Pilati Drago


Dr. Júlio César Wiederkehr


Dr. Marcelo Augusto Scheidemantel Nogara


Equipe Assistencial:

Foto em breve...

As indicações e contra-indicações para transplante hepático aceitas hoje pelo Ministério da Saúde estão disponíveis para consulta e dispostas na Portaria GM n 541 de 14 de março de 2002.

Abaixo seguem listados os itens para consulta.

I – Paciente portador de cirrose hepática, classificado como Child-Pugh A (menor de 7 pontos), com pelo menos uma das seguintes complicações:
A - Hemorragia digestiva alta, secundária a hipertensão portal, com dois ou mais episódios distintos e necessidade de reposição sangüínea;
B - Síndrome hepato-pulmonar com manifestações clínicas;
C -  Encefalopatia porto-sistemica. 
II – Paciente portador de cirrose hepática, classificado como Child-Pugh B ou C (igual ou acima de 7 pontos), independente de complicações.
III - Paciente portador de cirrose biliar primária, com prognóstico de sobrevida em 01(um) ano igual ou menor a 90% de acordo com os modelos matemáticos do King’s College Hospital, Londres, Grã Bretanha ou da Clínica Mayo, Rochester, Minnesota, Estados Unidos da América; 
IV - Paciente portador de colangite esclerosante primária, com pelo menos uma das seguintes condições:
A - Presença de colangite recorrente com mais de um episódio;
B - Prognóstico de sobrevida em 01(um) ano igual ou menor a 90% de acordo com os modelos matemáticos do King’s College Hospital, Londres, Grã Bretanha ou da Clínica Mayo, Rochester, Minnesota, Estados Unidos da América. 
V – Paciente portador de insuficiência hepática aguda grave com descompensação definida pelos seguintes critérios: 
A - de O'Grady, do King’s College Hospital, Londres, Grã-Bretanha ou 
B - de Clichy, do Hôpital Beaujon, Clichy, França.
VI - Paciente portador de carcinoma hepatocelular, como complicação da doença hepática crônica, restrito ao fígado com nódulo único de até 5 cm ou ate três nódulos de 3 cm e a ausência de metástases, com estadiamento obrigatório por mapeamento ósseo e tomografia de tórax.
VII – Paciente portador de hepatoblastoma ou carcinoma fibrolamelar quando restritos ao fígado.
VIII – Paciente hepatopata crônico com alta suspeição de doença maligna, sem massa tumoral identificada, com alfafetoproteína acima de 250 ng/ml ou acima de 100 ng/ml com aumentos progressivos em três dosagens séricas consecutivas, mediante avaliação e autorização da câmara técnica/CNCDO.
IX - Paciente portador de polineuropatia amiloidótica familiar (PAF) graus I, II e III. 
X - Paciente portador de outros defeitos congênitos do metabolismo, não cirrótico, mediante avaliação e autorização da câmara técnica/CNCDO.
A inscrição dos pacientes com idade igual ou superior a 70 anos devera, alem de atender os critérios acima estabelecidos, ser avaliada e autorizada pela Câmara Técnica da CNCDO.
Não serão aceitas inscrições, para constituição dos cadastros técnicos das CNCDOs de candidatos a receptores de transplante de fígado - doador cadáver, dos doentes com idade igual ou superior a 18 anos portadores das seguintes condições clínicas, consideradas como contra-indicações para o transplante hepático: 
I - Colangiocarcinoma de grandes dutos.
II - Doença alcoólica com menos de 6 (seis) meses de abstinência .
III -Tumores metastáticos de qualquer origem exceto os neuroendócrinos. 
IV - Infecção extra-hepática não controlada.
V - Polineuropatia amiloidótica familiar avançada grau IV.
VI – Doença cardíaca ou pulmonar ou neurólogica avançada não relacionada a hepatopatia.

O transplante de fígado do Hospital Santa Isabel é oferecido integralmente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), incluindo as consultas iniciais, a cirurgia e todos os cuidados pós-operatórios e acompanhamento clínico integral por toda a vida. O fluxo de consultas segue a deliberação CIB 268 / 2015 da SC Transplantes.

Atendimentos Convênios e Particular

Fluxo em construção.

Atendimento SUS para pacientes do Estado de Santa Catarina

Após definida a necessidade de avaliação por equipe especializada, o médico assistente deverá encaminhar pedido de consulta com a equipe, preenchendo TFD e direcionando à secretaria de saúde do município de origem. O prazo definido para marcação de consulta é de 5 dias úteis para casos de urgência e até 40 dias úteis para casos não urgentes. O médico do paciente poderá entrar em contato telefônico com qualquer membro da equipe clínica ou com o ambulatório de transplantes para agilizar o processo de autorização e marcação.

Em caso de dúvidas, entre em contato com o ambulatório de transplantes do hospital, pelo telefone 4733211139 para maiores informações.

Atendimento SUS para pacientes de fora do Estado de Santa Catarina

Fluxo em construção.

Assista aos vídeos das reportagens clicando na imagem abaixo dos textos.

Estamos coletando depoimentos de pacientes transplantados hepáticos, em breve vamos compartilhar com você lindas histórias, fique atento!

Email transplantes@santaisabel.com.br

Telefone / Fax (47) 3321-1139 (Enfermeira responsável Solange)




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